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Rally

As mulheres já se preparam para a categoria exclusiva a elas no Metropolitano de Kart de Cascavel (Foto: Divulgação)

As mulheres já se preparam para a categoria exclusiva a elas no Metropolitano de Kart de Cascavel (Foto: Divulgação)

CURITIBA (PR) – Cada vez mais as mulheres são protagonistas no automobilismo do Paraná. Na temporada de 2021, 38 mulheres disputaram as competições estaduais ou representaram o Paraná em provas nacionais. Neste ano, as competições estão só começando e a expectativa é de que o número de mulheres nas pistas do Paraná tenha crescimento. O maior interesse delas são pelas competições de arrancadas, kart, rali e track day. Mas elas estão chegando também as provas de velocidade.

Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), destaca que as primeiras projeções indicam que a temporada de 2022 terá mais um recorde no automobilismo. Será o ano com maior participação das mulheres. “Cascavel terá uma categoria exclusiva para mulheres no Campeonato Metropolitano. As escolinhas de kart tem registrado maior procura de mulheres e temos observando também maior interesse delas pelo rali. Nesta modalidade elas podem atuar ao lado dos maridos como navegadoras, mas já há algumas que estão optando por pilotar”, informa Rubens Gatti.

 

Mulheres que atuaram no automobilismo paranaense em 2021

Arrancada

Adriana Riba Nogueira Pinto

Ana Paula Bihl Oliveira

Camila Cristiane Carvalho Savelli

Carine Correia

Caroline Gritten

Elieze Aparecida de Souza Favaro

Elisangela Aparecida Marques Carneiro

Emily Laiza Storki Bodziak

Fabíola Aparecida Dal Bo dos Santos

Isolete Paim Dutra

Juliana Ribeiro Cordeiro Gavasso

Laura Dalaqua de Paula

Maria Eduarda Santos Witrowski

Pietra Janovich

Sintia Talita Biscaia

Solange Aparecida Soares Pimpão

 

Kart

Giovana Krupp Marinoski

Aline Fátima Morelatto

Amanda Joseph Lecheta

Ana Beatriz Morelatto Zanella

Délia Maria Pires

Thalione Mariana Zanella Chicoski

 

Rali

Adriana Michelli

Anna Vitória Dacoregio Miketer Borazo

Fabiana Gonçalves Marques

Gabriela Lis Weirich

Luciani de Lourdes Tesseroli Maronezi

 

Track Day

Adriana Riba Nogueira Pinto

Aletha Caroline de Oliveira Tasca Lins

Andréia Candido de Lara

Géssica Elias Gonçalves

Melissa Rogalski Machado

Rhuana Nascimento

Gisele Marques de Oliveira

 

Velocidade

Débora Cristina de Moura Rodrigues

Kattylyn Marry Magno

Thaline Mariana Zanella Chicoski

Transparaná terá até sábado, 1.300 quilômetros de muita adrenalina (Foto: Divulgação)

Transparaná terá até sábado, 1.300 quilômetros de muita adrenalina (Foto: Divulgação)

Começa nesta terça-feira mais um Transparaná. A 28ª edição da competição terá largada em Foz do Iguaçu. A tradicional prova off-road cruzará o estado do Paraná em aproximadamente 1.300 quilômetros entre Foz do Iguaçu e Curitiba. As demais cidades anfitriãs são Cascavel, Laranjeiras do Sul, Guarapuava e Imbituva.

Fazem parte desta aventura, veículos 4×4 nas categorias de competição (Máster, Graduado, Turismo e Light) e passeio (Adventure e Trilha 4×4). E, em 2022, o Transparaná abre os braços para mais duas categorias Motos (Big Trail Regularidade, Moto Turismo e Moto Turismo Feminina) e Bikes.

Entre os inscritos está a piloto Alexia Dierberger, da página Uma Mulher Um Mundo (@umamulherumundo). Ao lado da navegadora Luana Alves de Deus, ela estreará no Transparaná e já começou a contagem regressiva para tal. “Estou com tudo pronto e não vejo a hora desta disputa começar. Estou me aprimorando e espero conquistar um lugar no pódio. Porém, a experiência vivida e o fato de inspirar mais mulheres a participarem do rali de regularidade, já é o meu maior troféu”, diz Alexia, que estreou no rali de regularidade em outubro de 2021 e, desde então, vem marcando presença em diversas provas a fim de aprender mais sobre o esporte e adquirir experiência.

Assim como Alexia e Luana, o Transparaná tem mais uma dupla feminina, formada por Fernanda de Lima Luiz e Suzana Vieira, e ainda conta com mais oito navegadoras, sendo: Elaine Cristina Simões, Maria Beatriz de Andrade Silva, Débora Bonatti, Fabiana Gonçalves Marques, Gabriela Lis Weirich, Laura Andrzejewski Pampuch, Valéria Abreu Andrzejewski e Bruna Oliveira. A maioria delas inscritas na categoria Light.

Grande entusiasta no rali de regularidade, a navegadora Débora (atual campeã do Transcatarina na categoria Turismo) foi uma das pessoas que incentivou Alexia a seguir no esporte e a participar de grandes eventos. Ao lado do marido Gustavo, a navegadora tem o Canal Projeto Piloto que, desde 2014, tem como objetivo atingir o público novato, ensinando mais sobre a modalidade, por meio de vídeos de suas experiências no off-road.

“Buscamos fortalecer as categorias de base de forma que os participantes sejam estimulados a aprenderem cada vez mais, assim como tem sido com a Alexia. E queremos mostrar as mulheres que, apesar do rali ser um universo predominantemente masculino, nós temos espaço e somos capazes de atingir níveis altos de disputa, com a conquista de pódios e títulos”, encerra Débora.

Anderson Nobre viveu e respirou rali por mais de 40 anos (Foto: Mario Ferreira)

Anderson Nobre viveu e respirou rali por mais de 40 anos (Foto: Mario Ferreira)

O rali paranaense perdeu na manhã de hoje o dirigente Anderson Nobre. O presidente do Clube de Rali de Curitiba faleceu após uma parada cardíaca em um hospital da capital paranaense.

Anderson estava internado há mais de 100 dias na UTI, com problemas nos pulmões, que evolui para infecção em diversos órgãos. Estava se recuperando e há dois dias tinha sido transferido para um quarto. No enterro será na manhã desta quinta-feira em Fazenda Rio Grande, em cerimônia restrita a familiares e poucos amigos em função dos protocolos sanitários da Covid-19.

Com mais de 40 anos atuando no rali paranaense, Anderson foi presidente da Comissão Nacional de Rali, órgão da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), na década de 1990, durante a gestão do goiano Reginaldo Bufaiçal. Atualmente Anderson realizava um trabalho em conjunto com a FPrA (Federação Paranaense de Automobilismo) na criação de rali com carros elétricos.

Rubens Gatti, presidente da FPrA, diz que Anderson Nobre deixa um espaço no rali paranaense que dificilmente será ocupado por outra pessoa. Por mais de 40 anos ele atuou como dirigente e promotor de eventos. Gatti também adianta que desde que Nobre foi internado, o projeto de rali com carros elétricos ficou parado. “Em homenagem ao Anderson, nos próximos dias retomaremos as ações para a criação do rali com carros elétricos e a primeira competição será em sua homenagem”, frisa Rubens Gatti.

A Arrancada na Terra já tem pódio 100% feminino no Paraná (Foto: Victor Lara)

A Arrancada na Terra já tem pódio 100% feminino no Paraná (Foto: Victor Lara)

CURITIBA (PR) – No balanço de 2021, uma boa notícia. Cresceu a participação feminina no automobilismo do Paraná. Ao longo do ano 37 mulheres paranaenses estiveram nas pistas, sendo a mais conhecida Débora Rodrigues, que disputa a Copa Truck. Foram 17 na arrancada, cinco no kart, sete no Track Day e três na Velocidade (competições de Velocidade no Asfalto).

E a onda positiva não pára por aí. A expectativa é de que este número dobre neste ano. A Escolinha do Kart Clube de Cascavel formou 15 mulheres no fim de 2021 e eles disputaram a categoria Baton no encerramento do Campeonato Metropolitano. Mais cinco estão na fase final do curso e se formarão até abril. Elas passarão e ter uma categoria exclusiva no Metropolitano deste ano. Além disso, é crescente o interesse das mulheres pelas competições de arrancada e participação em Track Days.

Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), explica que a presença feminina nas competições do Estado e paranaenses em provas nacionais deve aumentar muito nesta e nas próximas temporadas. “Estamos incentivando as mulheres e ingressarem no automobilismo e os clubes têm sido fundamentais neste trabalho. O Kart Clube de Cascavel conseguiu excelentes resultados e queremos levar esta experiência a outras regiões do Estado”, acentua Rubens Gatti.

 

Mulheres que atuaram no automobilismo paranaense em 2021

Arrancada

Adriana Riba Nogueira Pinto

Ana Paula Bihl Oliveira

Camila Cristiane Carvalho Savelli

Carine Correia

Caroline Gritten

Elieze Aparecida de Souza Favaro

Elisangela Aparecida Marques Carneiro

Emily Laiza Storki Bodziak

Fabíola Aparecida Dal Bo dos Santos

Isolete Paim Dutra

Juliana Ribeiro Cordeiro Gavasso

Laura Dalaqua de Paula

Maria Eduarda Santos Witrowski

Pietra Janovich

Sintia Talita Biscaia

Solange Aparecida Soares Pimpão

 

A Escolinha do Kart Clube de Cascavel já formou 15 mulheres e outras cinco concluirão o curso até abril (Foto: Divulgação)

A Escolinha do Kart Clube de Cascavel já formou 15 mulheres e outras cinco concluirão o curso até abril (Foto: Divulgação)

Kart

Aline Fátima Morelatto

Amanda Joseph Lecheta

Ana Beatriz Morelatto Zanella

Délia Maria Pires

Thalione Mariana Zanella Chicoski

 

Rali

Adriana Michelli

Anna Vitória Dacoregio Miketer Borazo

Fabiana Gonçalves Marques

Gabriela Lis Weirich

Luciani de Lourdes Tesseroli Maronezi

 

Track Day

Adriana Riba Nogueira Pinto

Aletha Caroline de Oliveira Tasca Lins

Andréia Candido de Lara

Géssica Elias Gonçalves

Melissa Rogalski Machado

Rhuana Nascimento

Gisele Marques de Oliveira

 

Velocidade

Débora Cristina de Moura Rodrigues

Kattylyn Marry Magno

Thaline Mariana Zanella Chicoski

As duplas não brincaram em serviço e cumpriram as médias de velocidade (Foto: Divulgação)

As duplas não brincaram em serviço e cumpriram as médias de velocidade (Foto: Divulgação)

Eles entraram limpos e saíram irreconhecíveis da segunda etapa do Rally PR – Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade. Realizada no último sábado (18), na cidade de Castro (PR), a prova teve muitas poças de lama formadas pelas chuvas dos dias anteriores ao evento e, por isso, os veículos 4×4 concluíram o desafio com barro até o teto.

Nomeada de Rally dos Tropeiros, a segunda etapa do Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade foi pura emoção e classificada como alucinante. Também registrou o recorde de inscritos: 76 duplas, divididas nas categorias Máster, Graduados, Turismo, Light e Expedition, participaram da competição. A largada foi no Parque de Exposições Dario Macedo, de onde os competidores seguiram para duas pistas off-road nas quais o diretor geral do evento, Vander Hirt (o Fritão), fez diversos laços com médias de velocidade condizentes para os obstáculos.

“O terreno estava liso e havia várias poças de lama nestes locais, foi alucinante ver a passagem dos veículos. Os participantes não brincaram em serviço e cumpriram corretamente as médias de velocidade exigidas. Alguns se perderam na referência, mas esse é o objetivo do rali de regularidade: testar a concentração e experiência das equipes. Foi radical”, comenta Fritão.

O percurso de 140 quilômetros – com 70 quilômetros navegados – também passou por áreas de reflorestamento de pinus e uma pedreira abandonada, cujos terrenos mantiveram-se lisos, fazendo os carros “patinarem” nas curvas, pedindo muita habilidade dos pilotos para controlar os 4×4 e atenção dos navegadores para corrigir o hodômetro devido o pneu girar em falso.

Depois de quatro horas e meia de competição, com cada dupla dando o seu melhor, os vencedores foram conhecidos. Na categoria Máster, os campeões foram os catarinenses Leandro Riffel e Michael Masson, seguidos pelos conterrâneos Eduardo Moser e Claudio Flores. O Paraná foi representado por Marcelo Gouvea e Igor Quirrembach (de Curitiba e Castro, respectivamente), na terceira posição.

Na Graduados, os mais regulares foram os gaúchos Carlos Eduardo Ruschel e Marcelo Ritter. Em segundo lugar, ficaram os curitibanos Robson Batista e Elaine Simões, com os cascavelenses João Carlos Schuartz Júnior e Evandro Mioto, em terceiro.

Na Turismo, pai e filho de Santa Catarina, Osmar e Vitor Fleischmann ficaram na primeira posição. Na sequência vieram, Marcelo e Lucas Cominesi, em segundo, e Emerson Coletti e Diego Salla, em terceiro.

E dá-lhe Santa Catarina. Na Light, mais catarinenses no topo do pódio, com Denilson Bonfanti e Bruna Oliveira. Eles foram seguidos pelos curitibanos Camilo de Lelis Oliveira e Giuliano de Lelis Olveira, e Anselmo de Souza e Leonardo Farias, em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

E por fim, na categoria Expedition, vitória da casa dos castrenses Albert Reinder Barkema e Edward Robin Leffers. Na segunda posição, ficaram Antonio Carlos Astorga e Maria Lucia Astorga, e em terceiro, Ana Carolina Telles e Guilherme Ditzel.

O Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade tem apoio de GS Perfomance, Salla Atacado, Zenz Bonés Camisetas e Uniformes, Dispauto Auto Peças, Bäckerei Zeckner, Trilha Eurocar, Fábrica das Cópias, Acássius Centro Gráfico, Mont Koya Motors, RL Cópias, Top Shape CWB Moda Fitness, Pini Incorporadora, Anderson Multimarcas e Caramcar

 

Resultado do Rallu dos Tropeiros/2ª etapa do Paranaense de Regularidade

Categoria Máster

1º) Leandro Riffel/Michael Masson (Piratuba, SC) – 55 pontos

2º) Eduardo Moser/Claudio Flores (Gaspar, SC) – 48 pontos

3º) Marcelo Gouvea/Igor Quirrembach (Curitiba, PR) – 38 pontos

4º) Victor Pudell/Willian Santos (Toledo, PR) – 38 pontos

5º) José Andrade Júnior/Bernardo Andrade (Piratuba, SC) – 34 pontos

 

Categoria Graduados

1º) Carlos Eduardo Ruschel/Marcelo Ritter (Gravataí, RS) – 47 pontos

2º) Robson Batista/Elaine Simões (Curitiba, PR) – 42 pontos

3º) João Carlos Schuartz Júnior/Evandro Mioto (Cascavel, PR) – 41 pontos

4º) Dirceu Salla/Ivan Laindes (Curitiba, PR) – 39 pontos

5º) Lauro Papael Gomes/Leandro Macedo Ferreira (Itapema, SC) – 37 pontos

 

Categoria Turismo

1º) Osmar Fleischmann/Vitor Fleischmann (São Bento do Sul, SC) – 57 pontos

2º) Marcelo Cominesi/Lucas Cominesi (Ivaí, PR) – 44 pontos

3º) Emerson Coletti/Diego Salla (Curitiba, PR) – 41 pontos

4º) Romeu Ribas Neto/Gilberto Marcovicz Júnior (Londrina, PR) – 36 pontos

5º) Leandro Barazetti/Marcos Vinicius Marchioro (Francisco Beltrão, PR) – 32 pontos

 

Categoria Light

1º) Denilson Bonfanti/Bruna de Oliveira (São Bento do Sul, SC) – 55 pontos

2º) Camilo de Lelis Oliveira/Giuliano de Lelis Oliveira (Curitiba, PR) – 47 pontos

3º) Anselmo de Souza/Leonardo Farias (Colombo, PR) – 46 pontos

4º) Vinicius Bouwman/Reinder Barkema (Castro, PR) – 34 pontos

5º) Diogo Rover/Igor Roverr (Imbituva, PR) – 31 pontos

 

Categoria Expedition

1º) Albert Reinder Barkema/Edward Robin Leffers (Castro, PR) – 52 pontos

2º) Antonio Carlos Astorga/Maria Lucia Astorga (Florianópolis, SC) – 51 pontos

3º) Ana Carolina Telles/Guilherme Ditzel (Castro, PR) – 40 pontos

4º) Vinicius Pereira da Cruz/Lucas Martini Pereira da Cruz (Imbituva, PR) – 35 pontos

5º) Frans Jan Van Der Vinne/Marina Van Der Vinne (Castro, PR) – 34 pontos

Com mais de 70 duplas inscritas, o Rally dos Tropeiros, em Castro, será válido pela segunda etapa do Rally Paraná (Foto: Divulgação)

Com mais de 70 duplas inscritas, o Rally dos Tropeiros, em Castro, será válido pela segunda etapa do Rally Paraná (Foto: Divulgação)

O Rally PR – Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade – tem sequência neste próximo sábado (18). A segunda etapa da competição será realizada na cidade de Castro, que fez parte do caminho obrigatório dos tropeiros que iam de Viamão (RS) até Sorocaba (SP); por este motivo, a etapa foi batizada como Rally dos Tropeiros.

Além das duplas paranaenses, o Rally PR atrai também participantes de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo que para essa prova estão confirmados 77 carros, divididos nas categorias Máster, Graduados, Turismo, Light, Expedition e Adventure.

A largada será às 9h31 do Parque de Exposições Dario Macedo. De acordo com o diretor geral do Rally PR, Vander Hirt – mais conhecido como Fritão, o percurso terá 140 quilômetros, com 70 quilômetros navegados. A disputa acontecerá por regiões de reflorestamento de pinus, com médias de velocidade justas e adequadamente acertadas para aumentar a adrenalina. Os competidores aceleração por terreno batido (liso), mesclando pedras e areia.

“O roteiro passará também por estradas das cidades de Catanduvas e Abapã e, ainda, adentraremos uma pedreira abandonada que dará um toque a mais de emoção. Outro ponto marcante de nossos ralis são os balaios e, para essa segunda etapa, teremos vários”, conta Hirt. Por estar chovendo bastante na região nestes últimos dias, existe a chance de haver poças de lama pelo caminho.

Pai e filho, Mauri e Henrique Glir, competem juntos desde 2015 e já conquistaram vários pódios do Rally PR, como também da Copa Troller e o título de campeão do Transparaná 2017 pela categoria Graduados. “O rali de regularidade proporciona a integração entre os participantes, sendo um grande privilégio poder andar em família”, destaca Mauri, ressaltando também sobre a qualidade das provas do Rally PR. “As etapas são sempre emocionantes, com locais bem escolhidos e grid qualificado. O lugar no qual os melhores pilotos e navegadores se encontram, só pode ser sinônimo de sucesso e adrenalina”, encerra.

O Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade tem apoio de GS Perfomance, Salla Atacado, Zenz Bonés Camisetas e Uniformes, Dispauto Auto Peças, Bäckerei Zeckner, Trilha Eurocar, Fábrica das Cópias, Acássius Centro Gráfico, Mont Koya Motors, RL Cópias, Top Shape CWB Moda Fitness, Pini Incorporadora, Anderson Multimarcas e Caramcar.

O campeão brasileiro de 2020, o gaúcho Cláudio Rossi, da Scuderia Rossi, já andou várias vezes na região Metropolitana de Curitiba (Foto: Divulgação)

O campeão brasileiro de 2020, o gaúcho Cláudio Rossi, da Scuderia Rossi, já andou várias vezes na região Metropolitana de Curitiba (Foto: Divulgação)

O Campeonato Brasileiro de Rali de Velocidade finalmente vai dar largada para a sua temporada 2021. Para os aficionados pela competição, a boa notícia é que o início da competição está confirmado para os dias 30 e 31 deste mês e 1º de agosto.

A corrida será na cidade de Araucária, no Paraná, que volta ao calendário do certame nacional sete anos depois. Embora um tempo afastada, a região de Araucária já integrou grandes eventos de rali de velocidade no passado.

O navegador Marcelo Dalmut, do projeto ACSA Rally 4×4, salienta que as lembranças da corrida paranaense são boas. “É um piso muito bom, senão me engano já considerado o melhor do país, realmente muito bom de andar. Lembro de um ponto muito bacana que era conhecido como ‘gogó da ema’, não sei se estará no roteiro deste ano, mas sempre desafiava os competidores”, destaca.

O campeão brasileiro de 2020, o gaúcho Cláudio Rossi, da Scuderia Rossi, já andou várias vezes na região. “No rali estamos sujeitos a várias situações. Recordo que em 2003, estávamos vencendo a corrida e no final, acabamos tendo uma saída de pista que nos custou aquele primeiro lugar no pódio”, frisa.

A programação do rally começa na sexta, dia 30, com as equipes fazendo o reconhecimento das especiais. A corrida, em rodada dupla, tem as disputas no sábado, dia 31 e no domingo, 1º de agosto.

 

Serviço:

O que: Rali Araucária

Onde: Araucária – PR

Quando: dias 30 e 31 de julho, e 1º de agosto

Inscrições e mais informações: www.rallybr.com.br

Eduardo “Lobinho” Ortolan era considerado um dos melhores navegadores do Brasil (Foto: Edson Castro)

Eduardo “Lobinho” Ortolan era considerado um dos melhores navegadores do Brasil (Foto: Edson Castro)

O rali paranaense perdeu no fim da tarde desta segunda-feira o navegador Eduardo “Lobinho” Ortolan, de 44 anos, completados no último dia 25. Ele estava internado há duas semanas em um hospital de Cascavel, com Covid-19.

Empresário e navegador de rali, Eduardo tinha também destacada atuação social, sendo um dos coordenadores do programa de cadeiras de rodas do Rotary. Comercialmente, comandava ao lado de familiares a Ótica Curitiba. Ele deixa esposa Cristiani e os filhos Maria Eduarda e João Pedro.

Como desportista, Eduardo Ortolan, o Lobinho, como era chamado pelos amigos, presidiu o Rallye Clube de Cascavel e atualmente era vice-presidente, na gestão que tem à frente César Valandro como presidente. Começou a competir em 2004, quando fez sua primeira filiação à FPrA (Federação Paranaense de Automobilismo). Em 2018, formando dupla com o piloto Sandro Suptitz, sagrou-se campeão brasileiro de rali de velocidade na categoria RC4.

Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), diz que o esporte a motor do Paraná tem um dia triste com a morte de Eduardo Ortolan, filiado à entidade desde 2004. “Perdemos um excelente navegador, um amigo e um parceiro para toda hora. Como dirigente, contribuiu muito para o crescimento do rali do Paraná, organizando provas locais, estaduais e nacionais, como etapa do Brasileiro disputada em Cascavel em 2013, quando foi considerada a de melhor organização naquele ano. O Eduardo vai fazer muita falta ao esporte do Paraná”, finaliza Gatti.

Bento Tino, vice-presidente da FPrA, foi uma das autoridades desportivas que recepcionaram o governador Ratinho em Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

Bento Tino, vice-presidente da FPrA, foi uma das autoridades desportivas que recepcionaram o governador Ratinho em Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

O 27º Transparaná, maior rali de regularidade do Brasil, termina neste sábado, com a realização da 4ª e última etapa, que terá largada às 9 horas no CTG de Irati e chegada às 15 horas no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

O Transparaná teve sua largada promocional na terça-feira, em Foz do Iguaçu. A primeira etapa foi disputada quarta-feira, com o percurso de Foz do Iguaçu a Cascavel. A segunda, quinta-feira, de Cascavel a Guarapuava; a terceira nesta sexta-feira, de Guarapuava a Irati. Ao todo, as 110 duplas participantes, representando 13 estados e o Distrito Federal, percorrerão 1.000 quilômetros.

O governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Júnior acompanhou a largada do Transparaná em Foz do Iguaçu e estará neste sábado na chegada, no Palácio Iguaçu. Em Foz do Iguaçu, Ratinho recebeu das mãos de Bento Tino, vice-presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) a carteira de piloto de Rali de Regularidade. Ele participaria da primeira etapa, de Foz do Iguaçu a Cascavel, mas compromissos políticos/administrativos de última hora impediram que disputasse a competição. Enquanto acompanhou a largada do Transparaná, Ratinho também foi informado das ações que estão sendo realizadas para a construção do Autódromo de Foz do Iguaçu.

O governador Ratinho Júnior com dirigentes e organizadores do Transparaná, quando foi informado das ações para a construção do autódromo de Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

O governador Ratinho Júnior com dirigentes e organizadores do Transparaná, quando foi informado das ações para a construção do autódromo de Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

Rubens Gatti desta o profissionalismo, dedicação e empenho dos paranaenses envolvidos no automobilismo (Foto: Victor Lara)

Rubens Gatti destaca o profissionalismo, dedicação e empenho dos paranaenses envolvidos no automobilismo (Foto: Victor Lara)

CURITIBA (PR) – De acordo com dados oficias da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), a Federação de Automobilismo do Paraná (FPrA) tem o maior número de pilotos federados à entidade. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus, o Paraná fechou 2020 com 1.302 pilotos, contra 1.138 de São Paulo. Depois vêm Santa Catarina, com 759 pilotos; Rio Grande do Sul, com 701; e Ceará, com 366.

O presidente Rubens Gatti destaca que o prêmio da Federação Paranaense ser atualmente a Federação número 1 em pilotos do Brasil deve ser repartido com todos os paranaenses que fazem automobilismo. Gatti destaca o trabalho de base feito pelos clubes, a dedicação dos pilotos, o profissionalismo dos preparadores, o empenho dos promotores. Gatti acrescenta ainda a participação das autoridades esportivas dos municípios onde estão as praças esportivas e no ano da pandemia, acrescenta-se também as autoridades de saúde, que atuaram junto com a Federação e com rígidos protocolos sanitários, permitiu que o Paraná fosse o primeiro estado a retorna as competições no Pós-Covid, no novo-normal. “Todos os envolvidos com automobilismo no Paraná têm sua parcela de contribuição para sermos a principal Federação do País. O ano foi difícil, mas conseguimos dentro do possível, fazer automobilismo. Os desafios continuam e esperamos manter esta posição também na temporada de 2021”, frisa Gatti.

Gatti também enfatiza que o quadro técnico da Federação é muito bom, permitindo que faça até oito eventos em um mesmo fim de semana, em diversos pontos do Paraná. “Temos todas as modalidades e o kart, que é a base do esporte motor, é muito forte. Temos pólos da modalidade hoje em Curitiba, Londrina, Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Pato Branco e Guarapuava. O kart também está crescendo em Francisco Beltrão e Rio Negro. A Velocidade na Terra concentra-se na região Metropolitana de Curitiba e Ponta Grossa, mas Apucarana está voltando de novo ao protagonismo. A arrancada cresce todos os anos”, diz Gatti.

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2ª Etapa – Turismo 5000 – 2ª Etapa Paranaense + Metropolitano Curitiba – 2017
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