
Rubens Gatti diz que todos campeonatos previstos para a temporada 2020 serão mantidos (Foto: Vanderley Soares)
CURITIBA (PR) – Com a paralisação de todas as competições automobilísticas em função da pandemia do coronavírus, a Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) irá refazer o calendário de todas as categorias do automobilismo paranaense. Todos os campeonatos previstos serão mantidos.
Rubens Gatti, presidente da FPrA, explica que o ajuste de datas para um novo calendário será feito tão logo seja definido o calendário das categorias nacionais. “Vamos esperar a definição das categorias nacionais e estudarmos as datas restantes. Muitos paranaenses participam das categorias nacionais e também sediamos muitas provas nacionais. Em alguns casos, poderemos ter programação conjunta”, frisa Gatti.
Gatti também adianta que a diretoria da FPrA tomou a decisão de que todos os campeonatos previstos para a temporada 2020 serão realizados. Em alguns casos o número de etapas poderá diminuir. “Vamos dialogar com os clubes, pilotos, promotores e chegaremos ao ponto que será melhor para todos”, enfatiza Rubens Gatti.
Campeonatos previstos para a temporada 2020 no Paraná
Kart
Campeonato Paranaense de Kart – Curitiba
Campeonato Paranaense de Kart Light – Londrina
Open da Copa Brasil de Kart – Londrina
Campeonato Metropolitano de Kart de Cascavel
Campeonato Citadino de Kart de Foz do Iguaçu
Campeonato Metropolitano de Kart de Rio Negro
Copa Super Paraná de Kart – Curitiba
Copa Paraná de Kart – Cascavel
Campeonato Pato-branquense de Kart
Provas festivas
Rali
Campeonato Paranaense de Rali
Velocidade na Terra
Campeonato Metropolitano de São José dos Pinhais
Campeonato Paranaense
Velocidade no Asfalto
Campeonato Paranaense – Curitiba – Londrina – Cascavel
Campeonato de Metropolitano de Curitiba
Copa de Cascavel – Três etapas
Campeonato Metropolitano de Londrina
Arrancada
Campeonato Paranaense de Arrancada na Terra
Copa Paraná de Arrancada na Terra
Provas festivas na Terra em São Mateus do Sul e Ponta Grossa
Campeonato Paranaense de Arrancada de 201 Metros
Provas longas
Cascavel de Ouro
500 Milhas de Londrina

Rubens Gatti trabalha para impedir que provas piratas coloquem em risco a vida de pilotos, organizadores e de torcedores (Foto: Mario Ferreira)
CURITIBA (PR) – Atendendo solicitação da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), o Ministério Público canelou uma corrida pirata de kart que seria disputada neste fim de semana nas ruas de Ubiratã, na região Oeste do Paraná. Também foram comunicados da irregularidade a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Rubens Gatti, presidente da FPrA, explica que qualquer prova automobilística a serem realizadas no Paraná precisa estar de acordo com as normas técnicas, esportivas e de segurança. Todos os órgãos precisam estar cientes e aprovarem as normas de segurança que evolvam participantes, promotores e público.
Gatti também explica que o alvará para as competições só é expedido pela FPrA quando o promotor do evento cumpre com todos os encargos exigidos. Ele deve ser solicitado 30 dias antes da data prevista para o evento. Os técnicos da entidade estabelecem as condições de segurança, sempre buscando preservar a integridade física de participantes, do público e de terceiros. Estas exigências vão desde o equipamento do participantes a normas de evacuação do local caso venha a ocorrer algum imprevisto. Em caso de acidente, como será feito o atendimento a participante ou ao público. “Em um evento automobilístico, há diversos itens que começam a ser analisado muito tempo antes da data prevista. Vai de condições da praça esportiva, de capacidade de público, como as pessoas vão chegar ao local e retornar a seus lares. Em caso de um acidente, quais condições e como será feito o atendimento, quantos profissionais estarão à disposição, quais as condições dos equipamentos, em caso atendimento médico mais aprimorado, como será feito este atendimento e de que forma a ou as ambulâncias deixaram o local. Para os participantes, as análises vão das normais desportivas (regulamentos) e condições do equipamento, se as condições da prova desportiva oferecem a segurança necessária”, acentua Gatti.






