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Rubens Gatti mantém conversações em diferentes frentes para que a Região Metropolitana de Curitiba não fique sem um autódromo (Foto: Mario Ferreira)

Rubens Gatti mantém conversações em diferentes frentes para que a Região Metropolitana de Curitiba não fique sem um autódromo (Foto: Mario Ferreira)

CURITIBA (PR) – Mesmo com os acontecimentos dos últimos dias, quando máquinas iniciaram a destruição do Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais, e com a paralisação das mesmas por determinação da Justiça, a diretoria da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) atua em várias frentes para que a Capital do Paraná não fique sem um autódromo.

Rubens Gatti, presidente da entidade, informa que mantém conversações com autoridades do município de Pinhais e do Estado, mostrando a importância do autódromo para o esporte e para a economia do Paraná. Gatti entende que mesmo com os empresários afirmando que a situação é irreversível, o AIC ainda poderia ficar mais algum tempo servindo ao esporte, pelo menos até que as obras tenham início efetivamente.

Gatti adianta que continua dialogando com os atuais proprietários do AIC, procurando prolongar a vida do Kartódromo Raceland. A ideia é de enquanto projetos são feitos e as obras na área do autódromo sejam realizadas, o Raceland permaneça em atividade. A previsão é de que o tradicional kartódromo receba provas por pelo menos mais dois anos.

Rubens Gatti também informa que tem feito contatos com os prefeitos e secretários de esportes de Londrina e de Cascavel, mostrando que os autódromos das duas cidades passam a ter maior importância e precisam de investimentos para que possam absorver todas as provas destinadas ao Paraná nos calendários das mais diversas categorias.

Novo autódromo

Caso seja confirmado o fechamento do Autódromo e Curitiba, Rubens Gatti salienta que a diretoria da FPrA já mantém conversações com prefeitos de cidades da região Metropolitana de Curitiba para que um novo autódromo possa ser construído. No momento há três opções, mas que precisam ser mantidas em sigilo para que possam ser viabilizadas, evitando especulação imobiliária nas áreas e também para que os prefeitos possam viabilizar o projeto do ponto de vista político e financeiro. “Estamos trabalhando em todas as frentes, procurando fazer com que a Região Metropolitana de Curitiba não fique sem um autódromo”, completa Rubens Gatti.

Ney Lins01 - Mario Ferreira (2)Com pesar, a Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), comunica o falecimento de Ney Lins, presidente da Federação Goiana de Automobilismo (Faugo), ocorrido no fim da tarde desta quinta-feira, em Goiânia.

Na condição de presidente da FPrA, Rubens Gatti conviveu com Ney Lins por muitos anos e destaca que Ney foi um importante dirigente que contribui para o crescimento do automobilismo brasileiro. Lutou pela revitalização do autódromo de Goiânia. “Lamentamos a morte de uma das pessoas que fazia automobilismo por idealismo e que fará muita falta”, diz Rubens Gatti.

 

Foto: Mario Ferreira

Bastos tinha 88 anos

Bastos tinha 88 anos (Foto: CBA/Arquivo)

FOZ DO IGUAÇU (PR) – Foz do Iguaçu adia a abertura da temporada de kart. A abertura do Campeonato Citadino/Copa Itaipu-Itamed estava marcada para o próximo sábado, com rodada dupla no Adrena Kart, valendo pelas duas primeiras etapas da competição, que tem promoção e organização do Automóvel Clube de Foz do Iguaçu e da Akafi (Associação dos Kartistas de Foz do Iguaçu) e supervisão da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA).

A decisão de adiar a competição pela segunda vez é para cumprir o decreto do prefeito Chico Brasileiro, que tem a finalidade de conter a disseminação do coronavírus na cidade. A expectativa é que as restrições diminuam na próxima semana, quando será editado um novo decreto, e assim uma nova data seja marcada para a realização das provas.

O Campeonato Citadino de Kart de Foz do Iguaçu será disputado em seis etapas. Além da rodada dupla adiada, as demais etapas estão previstas para os dias 15 de maio, 7 de agosto, 4 de setembro e 16 de outubro, com disputas nas categorias Mirim, Cadete, F-4 Júnior, F-4 Graduados, F-4 Sênior e F-4 Super Sênior.

José Augusto Rapcham, bicampeão das 500 Milhas de Londrina (Foto: Arquivo pessoal)

José Augusto Rapcham, bicampeão das 500 Milhas de Londrina (Foto: Arquivo pessoal)

O automobilismo do Paraná perde mais um piloto. Vítima da Covid-19, faleceu no início da noite de quarta-feira em Londrina, José Augusto Rapcham.

Rapcham foi um piloto atuante, competindo no Metropolitano de Marcas de Londrina e no Paranaense de Marcas. Entre os seus principais títulos, se destaca o bicampeonato nas 500 Milhas de Londrina, uma das mais importantes provas de longa duração do Brasil. José Rapcham ganho a edição de 1998, formando dupla com o irmão Carlos; e a de 2003, tendo como parceiros Henrique Favoretto e Antônio Oliveira Júnior. Também foi presidente do Automóvel Clube de Londrina.

Rubens Gatti (presidente) e Bento Tino (vice-presidente) buscam mais agilidade no atendimento aos pilotos paranaenses (Foto: Mario Ferreira)

Rubens Gatti (presidente) e Bento Tino (vice-presidente) buscam mais agilidade no atendimento aos pilotos paranaenses (Foto: Mario Ferreira)

CURITIBA (PR) – A pandemia do coronavírus continua afetando o automobilismo e não há uma estimativa exata de quando as competições poderão começar nesta temporada. Visando proporcionar conforto e evitar atropelos quando as provas foram confirmadas, a Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) atende os pilotos em cinco cidades do Estado. Neste início de temporada, a maior parte dos atendimentos está relacionado com a documentação e com a renovação ou confecções de Carteiras de Pilotos.

Rubens Gatti, presidente da FPrA, destaca a importância dos pilotos cuidarem da documentação o mais cedo possível porque assim que os protocolos sanitários das secretarias de Saúde do Estado e dos municípios permitirem, os campeonatos das mais diferentes categorias terão início. Para isso está com seis pontos de atendimento em cinco cidades do estado. Em Curitiba, os pilotos podem procurar a sede da federação, que serão atendidos por Salete e Zé Mário. Informações podem ser obtidas pelo Fone (41)  3345-4351; em Londrina e região Norte, com Ana (43) 3255-5313); em Cascavel, com Juliana Damian (45) 3223-6363; e Cleucir Lunardi (45) 9 9968-7176; em Foz do Iguaçu, com Bento Tino (45) 9 8409-4591; e em Pato Branco, com Ademar Assis Silvestre, o Chico, pelo Fone (46) 9 9105-4505.

Valmor Weiss era o atual vice-presidente da Federação Paranaense e foi também vice-presidente da CBA

Valmor Weiss era o atual vice-presidente da Federação Paranaense e foi também vice-presidente da CBA (Foto: Mario Ferreira)

CURITIBA (PR) – Morreu na manhã desta segunda-feira (21), em Curitiba, Valmor Weiss. Ex-piloto, empresário, vice-presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) e Conselheiro do BRDE ((Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). O velório será na Capela Vaticano – Sala Jade, das 16 às 18h30. Valmor tinha 83 anos e deixa esposa, três filhos e netos.

Valmor Weiss estava internado há alguns dias em um hospital da Capital Paranaense, tratando-se das complicações da Covid-19. Ele já tinha se recuperado da Covid-19, conforme chegou a postar em suas redes sociais, mas não resistiu a uma pneumonia.

Ao comunicar o falecimento de seu vice-presidente, Rubens Gatti, presidente da FPrA, diz que o 21 de dezembro é um dia triste pela morte do amigo de longa data. “Perdemos um grande companheiro, uma pessoa de livre acesso no esporte, na política, na classe empresarial e na sociedade curitibana. Atuou em inúmeras entidades. Era um grande administrador. Perdi meu braço direito na Federação”, exclama Rubens Gatti.

Catarinense de nascimento (nasceu em Rio do Sul) e paranaense de coração, Valmor Weiss era uma pessoa benquista em todos os segmentos por onde transitava. Sempre bem humorado, se notabilizou por anunciar-se ao chegar a um local ou ao cumprimentar um amigo, com a palavra “Animal”, entoada em voz alta, e sempre ao se despedir com a palavra shalom.

Foi piloto, dirigente no automobilismo e em entidades de classe ligadas ao transporte. Foi fundador da Transweiss, com atuação no setor de transportes de cargas e taxi aéreo.

Rubens Gatti e Valmor Weiss, parceiros na administração do automobilismo paranaense (Foto: Mario Ferreira)

Rubens Gatti e Valmor Weiss, parceiros na administração do automobilismo paranaense (Foto: Mario Ferreira)

Na condição de piloto, Valmor Weiss se destacou na Velocidade na Terra e no Campeonato Paranaense de Marcas. Também patrocinou e ajudou muitos pilotos e equipes. Estava na diretoria da Federação Paranaense de Automobilismo desde os anos 90. Atualmente exercia a vice-presidência e era o diretor financeiro. Só deixou a entidade de 2009 a 2012, quando foi um dos vice-presidentes da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), na primeira gestão de Cleyton Pinteiro. Em 2012 foi laureado como Troféu Moura Britto.

Presidiu entidades como o Setcepar (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Paraná), de 1983 a 1986; e da Fetranspar (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Paraná) de 1999 a 2001. Integrou diretorias de dezenas de entidades e empresarias e sociais.

Nas entidades ligadas ao transporte, nas quais integrou diretorias, teve forte atuação na luta pela melhoria da infraestrutura rodoviária e aeroportuária paranaense, como a terceira pista no Aeroporto Afonso Pena.

Rica biografia

O livre Prisioneiro da Cela 310 narra toda a trajetória de Valmor Weiss, de menino pobre em Rio do Sul ao empresário de sucesso no Paraná (Foto: Divulgação)

O livre Prisioneiro da Cela 310 narra toda a trajetória de Valmor Weiss, de menino pobre em Rio do Sul ao empresário de sucesso no Paraná (Foto: Divulgação)

Valmor Weiss deixa uma rica biografia. Um pouco de sua história foi eternizada no livro Prisioneiro da Cela 310, escrito pelo jornalista Milton Ivan Heller e lançado em 2011.

O livro narra a história do menino pobre e encapetado, que passa por dificuldades, entra para o exército, é preso pela ditadura militar e acaba se tornando um dos empresários mais bem sucedidos.

O livro mostra a trajetória do menino pobre, de Rio do Sul (SC), que passou fome, andava descalço, mas não aceitou que as muitas dificuldades inibissem a alegria de viver. Foi ajudante de carroceiro, garçom e contínuo. Entrou para o exército, tornou-se sargento e acabou assinando uma coluna no jornal Última Hora, que apoiava o governo João Goulart e foi alvo de repressões.

Por sua ligação com o Última Hora, aliado ao fato de ser vice-presidente da Associação dos Sargentos e Subtenentes, Weiss foi preso por um ano e meio após o Golpe de 1964. Ficou incomunicável a maior parte do tempo. Leu perto de dois mil livros. Os Miseráveis, clássico de Victor Hugo, conseguiu decorar, lendo em voz alta para ouvir um som humano e manter a sanidade.

Valmor narra no livro que ao sair da prisão, passou por dificuldades. Abriu uma mercearia aos 29 anos. Tinha 34 cruzeiros no bolso, comprou uma caixa de laranjas, uma de maçãs, cheiro verde, alface e muita banana… No primeiro dia atividade da mercearia, transformou os 34 cruzeiros em 48 cruzeiros e ainda sobrou mercadoria para o dia seguinte. O que veio depois foi trabalho e sucesso.

Miguel Laste, há 20 anos como piloto, ocupa pela primeira vez um cargo de dirigente (Foto: Vanderley Soares)

Miguel Laste, há 20 anos como piloto, ocupa pela primeira vez um cargo de dirigente (Foto: Vanderley Soares)

TOLEDO (PR) – O empresário e piloto Miguel Laste é o novo presidente do Automóvel Clube de Toledo. Laste substitui Victor Ficagna, que dirigiu o clube por três gestões.

O Automóvel Clube de Toledo será comandado por pilotos, uma vez que além do presidente Miguel Laste, piloto da categoria Marcas, o seu vice-presidente será João Eugênio “Nico” Pletch, piloto de arrancada. Ronald Luiz Andrioli ocupará o cargo de Tesoureiro; o preparador Eduardo Ferrari será o Diretor-Técnico, ao passo que Alexandre Rafael Pech será o Diretor de Patrimônio.

Esta será a primeira vez que Miguel Laste, de 56 anos, irá dirigir o Automóvel Clube de Toledo. Piloto há 20 anos, Laste sagrou-se campeão da categoria Marcas B no Campeonato Metropolitano de Marcas de Cascavel de 2016 e no ano passado conquistou o terceiro lugar na Cascavel de Ouro, tendo como parceiros os gêmeos Ricardo e Rodrigo Sperafico.

Segundo Miguel Laste, os próximos dois anos serão de muito trabalho, mas em reunião da nova diretoria, ficou determinando que todos os esforços estarão voltados para movimentar a arrancada, já que a cidade tem uma das melhores pistas de 401 metros da região Sul do Brasil. Outro ponto já definido também pela nova diretoria é a construção de um novo kartódromo em Toledo, agora na área reservada para a construção do Autódromo Rafael Sperafico, onde também já está a pista de arrancada.

A partir de agora, o objetivo é a realização de pelo menos duas reuniões virtuais por mês (Foto: Divulgação)

A partir de agora, o objetivo é a realização de pelo menos duas reuniões virtuais por mês (Foto: Divulgação)

CURITIBA (PR) – Sem competições em função da pandemia do coronavírus, os comissários desportivos e técnicos da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) se reuniram virtualmente terça-feira à noite. O primeiro encontro contou com a participação de 16 técnicos de Curitiba, Londrina, Rolândia, Foz do Iguaçu, Pato Branco e Cascavel. Também participaram da reunião o presidente Rubens Gatti e o vice-presidente Bento Tino.

A primeira reunião serviu para que os técnicos se ambientassem ao clima de reunião virtual. Já a partir da próxima passarão para um debate mais técnico, discutindo situações enfrentadas pelos comissários nas diferentes corridas realizadas no Paraná.

Rubens Gatti informa que a reunião foi muito proveitosa. “Sem competições, fizemos a reunião para unir os comissários e visa discutir situações e interpretações das normas para que as decisões sejam uniformes. Se não temos a prática no momento, vamos usar a tecnologia para quando voltarmos ao normal nossos técnicos estejam bem preparados”, completa Rubens Gatti.

Oficio FPrAAmparada pela Lei 20.189, decretada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Júnior, a Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), libera autódromos e kartódromos do Paraná, cabendo aos clubes e associações estabelecer as normas e seguir as orientações das autoridades de saúde dos municípios, do Estado e da União. A determinação foi comunicado aos clubes e associações filiadas à entidade, pelo oficio 08/20, assinado pelo presidente Rubens Gatti.

Segundo Rubens Gatti, com a Lei do Estado, que libera as atividades de oficinas mecânicas, será possível treinos e testes nas praças esportivas. Mas isto tem que sequer o que cada município determina. Ele acrescenta que a medida se faz necessário para permitir que todo o corpo técnico do automobilismo volte a trabalhar, minimizando o impacto social, pois toda a classe depende financeiramente deste trabalho. Os clubes estabelecerão as normais, procurando evitar aglomerações e com todas as exigências das autoridades de saúde”, diz Rubens Gatti, acrescentado que a FPrA continuará dialogando com as autoridades e atenta a todos os desdobramentos, até que as competições possam ser liberadas.

A CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), através de seu presidente Waldner Bernardo de Oliveira, o Dadai, baixou hoje a Portaria nº 02/2020, estabelecendo que caberá as Federações Estaduais decidirem sobre o reinicio das atividades automobilísticas nos estados, respeitando as leis Federais, Estaduais e Municipais.

 

Veja a integra do ofício da FPrA:

 

Para

CLUBES e ASSOCIAÇÕES filiados a FPRA

Ilmos. Srs. Presidentes.

Ref.: ATIVIDADES AUTOMOBILÍSTICAS.

 

A Federação Paranaense de Automobilismo – FPRA – por seu Presidente, Sr. Rubens Maurílio Gatti, ciente de que a atividade automobilística envolve centenas de preparadores, mecânicos e auxiliares cujas famílias dependem financeiramente destes para a sobrevivência, e por analogia estando liberada a atividade das oficinas mecânicas no Estado Paraná, decide liberar as atividades inerentes ao automobilismo no Estado, desde de que atendida toda e qualquer orientação ou determinação das autoridades da área da saúde, seja Federal, Estadual ou Municipal.

Assim, cada CLUBE ou ASSOCIAÇÃO ficará responsável pelo cumprimento das normas e ou procedimentos expedidos pelas autoridades acima mencionadas, evitando a disseminação da COVID-19.

Certos do cumprimento das normas por parte dos respectivos Clubes e Associações, subscrevemo-nos.

Atenciosamente,

Rubens Maurílio Gatti

Presidente

Portaria CBA

Rubens Gatti diz que a indústria do automobilismo precisa proteger os preparadores (Foto: Mario Ferreira)

Rubens Gatti diz que a indústria do automobilismo precisa proteger os preparadores (Foto: Mario Ferreira)

CURITIBA (PR) – A pandemia do coronavírus bagunçou o Brasil do Oiapoque o Chuí, forçou milhões de brasileiros a ficarem em casa e o governo trabalha para diminuir o impacto na economia, preservar emprego e garantir que as classes que ficaram sem renda durante o período de quarentena recebam auxilio financeiro do governo.

O automobilismo foi uma das primeiras modalidades esportivas a suspender as competições. Assim, os preparadores estão sem trabalho desde o início do ano. Eles são considerados por Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), os mais prejudicados da “cadeia” do automobilismo.

Nas corridas de kart, um “exército” de preparadores atua nos bastidores e à beira da pista (Foto: Mario Ferreira)

Nas corridas de kart, um “exército” de preparadores atua nos bastidores e à beira da pista (Foto: Mario Ferreira)

Para Rubens Gatti, o automobilismo é ma indústria sem chaminé, que precisa proteger os preparadores. Será importante que as competições sejam retomadas tão logo as autoridades de saúde digam que não há a risco à saúde com aglomerações. “Os preparadores estão para o automobilismo como os mestres de obras estão para a construção cível. Sem eles não há atividade. São fundamentais para o esporte e são os que estão mais sofrendo com esta crise. Teremos que retomar os campeonatos tão logo seja possível”, afirma Rubens Gatti.

Rubens Gatti diz que o automobilismo gera muito empregos e os preparadores representam mais de 50% da força de trabalho. “Se o Brasil tem mais de 8 mil pilotos registrados na CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), existe praticamente o mesmo número de preparadores.  Levando por base que cada preparador tem em média dois colaboradores, são três famílias que vivem do automobilismo por cada piloto. Acrescentando os casados e com filhos, poderemos ter mais de 10 pessoas que depende do automobilismo por cada piloto. É muita gente e teremos que buscar uma forma de protegê-los porque são os mais afetados nesta crise”, diz Gatti.

Gatti também destaca que os preparadores são pessoas apaixonadas pelo automobilismo, mas diante da crise e com a necessidade de sustentar suas famílias, muitos poderão partir para outros segmentos e o esporte poderá perder muitos profissionais. “Hoje já há uma carência de preparadores. Se perdemos profissionais será muito ruim para o automobilismo. Um bom preparador não é formado do dia para a noite. Leva anos”, finaliza Rubens Gatti.

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2ª Etapa – Turismo 5000 – 2ª Etapa Paranaense + Metropolitano Curitiba – 2017
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