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Rally

As duplas não brincaram em serviço e cumpriram as médias de velocidade (Foto: Divulgação)

As duplas não brincaram em serviço e cumpriram as médias de velocidade (Foto: Divulgação)

Eles entraram limpos e saíram irreconhecíveis da segunda etapa do Rally PR – Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade. Realizada no último sábado (18), na cidade de Castro (PR), a prova teve muitas poças de lama formadas pelas chuvas dos dias anteriores ao evento e, por isso, os veículos 4×4 concluíram o desafio com barro até o teto.

Nomeada de Rally dos Tropeiros, a segunda etapa do Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade foi pura emoção e classificada como alucinante. Também registrou o recorde de inscritos: 76 duplas, divididas nas categorias Máster, Graduados, Turismo, Light e Expedition, participaram da competição. A largada foi no Parque de Exposições Dario Macedo, de onde os competidores seguiram para duas pistas off-road nas quais o diretor geral do evento, Vander Hirt (o Fritão), fez diversos laços com médias de velocidade condizentes para os obstáculos.

“O terreno estava liso e havia várias poças de lama nestes locais, foi alucinante ver a passagem dos veículos. Os participantes não brincaram em serviço e cumpriram corretamente as médias de velocidade exigidas. Alguns se perderam na referência, mas esse é o objetivo do rali de regularidade: testar a concentração e experiência das equipes. Foi radical”, comenta Fritão.

O percurso de 140 quilômetros – com 70 quilômetros navegados – também passou por áreas de reflorestamento de pinus e uma pedreira abandonada, cujos terrenos mantiveram-se lisos, fazendo os carros “patinarem” nas curvas, pedindo muita habilidade dos pilotos para controlar os 4×4 e atenção dos navegadores para corrigir o hodômetro devido o pneu girar em falso.

Depois de quatro horas e meia de competição, com cada dupla dando o seu melhor, os vencedores foram conhecidos. Na categoria Máster, os campeões foram os catarinenses Leandro Riffel e Michael Masson, seguidos pelos conterrâneos Eduardo Moser e Claudio Flores. O Paraná foi representado por Marcelo Gouvea e Igor Quirrembach (de Curitiba e Castro, respectivamente), na terceira posição.

Na Graduados, os mais regulares foram os gaúchos Carlos Eduardo Ruschel e Marcelo Ritter. Em segundo lugar, ficaram os curitibanos Robson Batista e Elaine Simões, com os cascavelenses João Carlos Schuartz Júnior e Evandro Mioto, em terceiro.

Na Turismo, pai e filho de Santa Catarina, Osmar e Vitor Fleischmann ficaram na primeira posição. Na sequência vieram, Marcelo e Lucas Cominesi, em segundo, e Emerson Coletti e Diego Salla, em terceiro.

E dá-lhe Santa Catarina. Na Light, mais catarinenses no topo do pódio, com Denilson Bonfanti e Bruna Oliveira. Eles foram seguidos pelos curitibanos Camilo de Lelis Oliveira e Giuliano de Lelis Olveira, e Anselmo de Souza e Leonardo Farias, em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

E por fim, na categoria Expedition, vitória da casa dos castrenses Albert Reinder Barkema e Edward Robin Leffers. Na segunda posição, ficaram Antonio Carlos Astorga e Maria Lucia Astorga, e em terceiro, Ana Carolina Telles e Guilherme Ditzel.

O Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade tem apoio de GS Perfomance, Salla Atacado, Zenz Bonés Camisetas e Uniformes, Dispauto Auto Peças, Bäckerei Zeckner, Trilha Eurocar, Fábrica das Cópias, Acássius Centro Gráfico, Mont Koya Motors, RL Cópias, Top Shape CWB Moda Fitness, Pini Incorporadora, Anderson Multimarcas e Caramcar

 

Resultado do Rallu dos Tropeiros/2ª etapa do Paranaense de Regularidade

Categoria Máster

1º) Leandro Riffel/Michael Masson (Piratuba, SC) – 55 pontos

2º) Eduardo Moser/Claudio Flores (Gaspar, SC) – 48 pontos

3º) Marcelo Gouvea/Igor Quirrembach (Curitiba, PR) – 38 pontos

4º) Victor Pudell/Willian Santos (Toledo, PR) – 38 pontos

5º) José Andrade Júnior/Bernardo Andrade (Piratuba, SC) – 34 pontos

 

Categoria Graduados

1º) Carlos Eduardo Ruschel/Marcelo Ritter (Gravataí, RS) – 47 pontos

2º) Robson Batista/Elaine Simões (Curitiba, PR) – 42 pontos

3º) João Carlos Schuartz Júnior/Evandro Mioto (Cascavel, PR) – 41 pontos

4º) Dirceu Salla/Ivan Laindes (Curitiba, PR) – 39 pontos

5º) Lauro Papael Gomes/Leandro Macedo Ferreira (Itapema, SC) – 37 pontos

 

Categoria Turismo

1º) Osmar Fleischmann/Vitor Fleischmann (São Bento do Sul, SC) – 57 pontos

2º) Marcelo Cominesi/Lucas Cominesi (Ivaí, PR) – 44 pontos

3º) Emerson Coletti/Diego Salla (Curitiba, PR) – 41 pontos

4º) Romeu Ribas Neto/Gilberto Marcovicz Júnior (Londrina, PR) – 36 pontos

5º) Leandro Barazetti/Marcos Vinicius Marchioro (Francisco Beltrão, PR) – 32 pontos

 

Categoria Light

1º) Denilson Bonfanti/Bruna de Oliveira (São Bento do Sul, SC) – 55 pontos

2º) Camilo de Lelis Oliveira/Giuliano de Lelis Oliveira (Curitiba, PR) – 47 pontos

3º) Anselmo de Souza/Leonardo Farias (Colombo, PR) – 46 pontos

4º) Vinicius Bouwman/Reinder Barkema (Castro, PR) – 34 pontos

5º) Diogo Rover/Igor Roverr (Imbituva, PR) – 31 pontos

 

Categoria Expedition

1º) Albert Reinder Barkema/Edward Robin Leffers (Castro, PR) – 52 pontos

2º) Antonio Carlos Astorga/Maria Lucia Astorga (Florianópolis, SC) – 51 pontos

3º) Ana Carolina Telles/Guilherme Ditzel (Castro, PR) – 40 pontos

4º) Vinicius Pereira da Cruz/Lucas Martini Pereira da Cruz (Imbituva, PR) – 35 pontos

5º) Frans Jan Van Der Vinne/Marina Van Der Vinne (Castro, PR) – 34 pontos

Com mais de 70 duplas inscritas, o Rally dos Tropeiros, em Castro, será válido pela segunda etapa do Rally Paraná (Foto: Divulgação)

Com mais de 70 duplas inscritas, o Rally dos Tropeiros, em Castro, será válido pela segunda etapa do Rally Paraná (Foto: Divulgação)

O Rally PR – Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade – tem sequência neste próximo sábado (18). A segunda etapa da competição será realizada na cidade de Castro, que fez parte do caminho obrigatório dos tropeiros que iam de Viamão (RS) até Sorocaba (SP); por este motivo, a etapa foi batizada como Rally dos Tropeiros.

Além das duplas paranaenses, o Rally PR atrai também participantes de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo que para essa prova estão confirmados 77 carros, divididos nas categorias Máster, Graduados, Turismo, Light, Expedition e Adventure.

A largada será às 9h31 do Parque de Exposições Dario Macedo. De acordo com o diretor geral do Rally PR, Vander Hirt – mais conhecido como Fritão, o percurso terá 140 quilômetros, com 70 quilômetros navegados. A disputa acontecerá por regiões de reflorestamento de pinus, com médias de velocidade justas e adequadamente acertadas para aumentar a adrenalina. Os competidores aceleração por terreno batido (liso), mesclando pedras e areia.

“O roteiro passará também por estradas das cidades de Catanduvas e Abapã e, ainda, adentraremos uma pedreira abandonada que dará um toque a mais de emoção. Outro ponto marcante de nossos ralis são os balaios e, para essa segunda etapa, teremos vários”, conta Hirt. Por estar chovendo bastante na região nestes últimos dias, existe a chance de haver poças de lama pelo caminho.

Pai e filho, Mauri e Henrique Glir, competem juntos desde 2015 e já conquistaram vários pódios do Rally PR, como também da Copa Troller e o título de campeão do Transparaná 2017 pela categoria Graduados. “O rali de regularidade proporciona a integração entre os participantes, sendo um grande privilégio poder andar em família”, destaca Mauri, ressaltando também sobre a qualidade das provas do Rally PR. “As etapas são sempre emocionantes, com locais bem escolhidos e grid qualificado. O lugar no qual os melhores pilotos e navegadores se encontram, só pode ser sinônimo de sucesso e adrenalina”, encerra.

O Campeonato Paranaense de Rally de Regularidade tem apoio de GS Perfomance, Salla Atacado, Zenz Bonés Camisetas e Uniformes, Dispauto Auto Peças, Bäckerei Zeckner, Trilha Eurocar, Fábrica das Cópias, Acássius Centro Gráfico, Mont Koya Motors, RL Cópias, Top Shape CWB Moda Fitness, Pini Incorporadora, Anderson Multimarcas e Caramcar.

O campeão brasileiro de 2020, o gaúcho Cláudio Rossi, da Scuderia Rossi, já andou várias vezes na região Metropolitana de Curitiba (Foto: Divulgação)

O campeão brasileiro de 2020, o gaúcho Cláudio Rossi, da Scuderia Rossi, já andou várias vezes na região Metropolitana de Curitiba (Foto: Divulgação)

O Campeonato Brasileiro de Rali de Velocidade finalmente vai dar largada para a sua temporada 2021. Para os aficionados pela competição, a boa notícia é que o início da competição está confirmado para os dias 30 e 31 deste mês e 1º de agosto.

A corrida será na cidade de Araucária, no Paraná, que volta ao calendário do certame nacional sete anos depois. Embora um tempo afastada, a região de Araucária já integrou grandes eventos de rali de velocidade no passado.

O navegador Marcelo Dalmut, do projeto ACSA Rally 4×4, salienta que as lembranças da corrida paranaense são boas. “É um piso muito bom, senão me engano já considerado o melhor do país, realmente muito bom de andar. Lembro de um ponto muito bacana que era conhecido como ‘gogó da ema’, não sei se estará no roteiro deste ano, mas sempre desafiava os competidores”, destaca.

O campeão brasileiro de 2020, o gaúcho Cláudio Rossi, da Scuderia Rossi, já andou várias vezes na região. “No rali estamos sujeitos a várias situações. Recordo que em 2003, estávamos vencendo a corrida e no final, acabamos tendo uma saída de pista que nos custou aquele primeiro lugar no pódio”, frisa.

A programação do rally começa na sexta, dia 30, com as equipes fazendo o reconhecimento das especiais. A corrida, em rodada dupla, tem as disputas no sábado, dia 31 e no domingo, 1º de agosto.

 

Serviço:

O que: Rali Araucária

Onde: Araucária – PR

Quando: dias 30 e 31 de julho, e 1º de agosto

Inscrições e mais informações: www.rallybr.com.br

Eduardo “Lobinho” Ortolan era considerado um dos melhores navegadores do Brasil (Foto: Edson Castro)

Eduardo “Lobinho” Ortolan era considerado um dos melhores navegadores do Brasil (Foto: Edson Castro)

O rali paranaense perdeu no fim da tarde desta segunda-feira o navegador Eduardo “Lobinho” Ortolan, de 44 anos, completados no último dia 25. Ele estava internado há duas semanas em um hospital de Cascavel, com Covid-19.

Empresário e navegador de rali, Eduardo tinha também destacada atuação social, sendo um dos coordenadores do programa de cadeiras de rodas do Rotary. Comercialmente, comandava ao lado de familiares a Ótica Curitiba. Ele deixa esposa Cristiani e os filhos Maria Eduarda e João Pedro.

Como desportista, Eduardo Ortolan, o Lobinho, como era chamado pelos amigos, presidiu o Rallye Clube de Cascavel e atualmente era vice-presidente, na gestão que tem à frente César Valandro como presidente. Começou a competir em 2004, quando fez sua primeira filiação à FPrA (Federação Paranaense de Automobilismo). Em 2018, formando dupla com o piloto Sandro Suptitz, sagrou-se campeão brasileiro de rali de velocidade na categoria RC4.

Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), diz que o esporte a motor do Paraná tem um dia triste com a morte de Eduardo Ortolan, filiado à entidade desde 2004. “Perdemos um excelente navegador, um amigo e um parceiro para toda hora. Como dirigente, contribuiu muito para o crescimento do rali do Paraná, organizando provas locais, estaduais e nacionais, como etapa do Brasileiro disputada em Cascavel em 2013, quando foi considerada a de melhor organização naquele ano. O Eduardo vai fazer muita falta ao esporte do Paraná”, finaliza Gatti.

Bento Tino, vice-presidente da FPrA, foi uma das autoridades desportivas que recepcionaram o governador Ratinho em Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

Bento Tino, vice-presidente da FPrA, foi uma das autoridades desportivas que recepcionaram o governador Ratinho em Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

O 27º Transparaná, maior rali de regularidade do Brasil, termina neste sábado, com a realização da 4ª e última etapa, que terá largada às 9 horas no CTG de Irati e chegada às 15 horas no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

O Transparaná teve sua largada promocional na terça-feira, em Foz do Iguaçu. A primeira etapa foi disputada quarta-feira, com o percurso de Foz do Iguaçu a Cascavel. A segunda, quinta-feira, de Cascavel a Guarapuava; a terceira nesta sexta-feira, de Guarapuava a Irati. Ao todo, as 110 duplas participantes, representando 13 estados e o Distrito Federal, percorrerão 1.000 quilômetros.

O governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Júnior acompanhou a largada do Transparaná em Foz do Iguaçu e estará neste sábado na chegada, no Palácio Iguaçu. Em Foz do Iguaçu, Ratinho recebeu das mãos de Bento Tino, vice-presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) a carteira de piloto de Rali de Regularidade. Ele participaria da primeira etapa, de Foz do Iguaçu a Cascavel, mas compromissos políticos/administrativos de última hora impediram que disputasse a competição. Enquanto acompanhou a largada do Transparaná, Ratinho também foi informado das ações que estão sendo realizadas para a construção do Autódromo de Foz do Iguaçu.

O governador Ratinho Júnior com dirigentes e organizadores do Transparaná, quando foi informado das ações para a construção do autódromo de Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

O governador Ratinho Júnior com dirigentes e organizadores do Transparaná, quando foi informado das ações para a construção do autódromo de Foz do Iguaçu (Foto: Abel da Banca)

Rubens Gatti desta o profissionalismo, dedicação e empenho dos paranaenses envolvidos no automobilismo (Foto: Victor Lara)

Rubens Gatti destaca o profissionalismo, dedicação e empenho dos paranaenses envolvidos no automobilismo (Foto: Victor Lara)

CURITIBA (PR) – De acordo com dados oficias da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), a Federação de Automobilismo do Paraná (FPrA) tem o maior número de pilotos federados à entidade. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus, o Paraná fechou 2020 com 1.302 pilotos, contra 1.138 de São Paulo. Depois vêm Santa Catarina, com 759 pilotos; Rio Grande do Sul, com 701; e Ceará, com 366.

O presidente Rubens Gatti destaca que o prêmio da Federação Paranaense ser atualmente a Federação número 1 em pilotos do Brasil deve ser repartido com todos os paranaenses que fazem automobilismo. Gatti destaca o trabalho de base feito pelos clubes, a dedicação dos pilotos, o profissionalismo dos preparadores, o empenho dos promotores. Gatti acrescenta ainda a participação das autoridades esportivas dos municípios onde estão as praças esportivas e no ano da pandemia, acrescenta-se também as autoridades de saúde, que atuaram junto com a Federação e com rígidos protocolos sanitários, permitiu que o Paraná fosse o primeiro estado a retorna as competições no Pós-Covid, no novo-normal. “Todos os envolvidos com automobilismo no Paraná têm sua parcela de contribuição para sermos a principal Federação do País. O ano foi difícil, mas conseguimos dentro do possível, fazer automobilismo. Os desafios continuam e esperamos manter esta posição também na temporada de 2021”, frisa Gatti.

Gatti também enfatiza que o quadro técnico da Federação é muito bom, permitindo que faça até oito eventos em um mesmo fim de semana, em diversos pontos do Paraná. “Temos todas as modalidades e o kart, que é a base do esporte motor, é muito forte. Temos pólos da modalidade hoje em Curitiba, Londrina, Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Pato Branco e Guarapuava. O kart também está crescendo em Francisco Beltrão e Rio Negro. A Velocidade na Terra concentra-se na região Metropolitana de Curitiba e Ponta Grossa, mas Apucarana está voltando de novo ao protagonismo. A arrancada cresce todos os anos”, diz Gatti.

A largada do 27º Transparaná será em Foz do Iguaçu e a chegada em Curitiba (Foto: Divulgação)

A largada do 27º Transparaná será em Foz do Iguaçu e a chegada em Curitiba (Foto: Divulgação)

A cidade de Foz do Iguaçu será o ponto de concentração e de partida do 27º Transparaná – um dos encontros off-road mais tradicionais do país, que acontecerá de 16 a 20 de fevereiro. Organizado pelo Jeep Clube de Curitiba, com supervisão da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA), a competição cortará o estado do Paraná em quatro dias de provas e aproximadamente 1.000 quilômetros de muita aventura, com destino ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Estado, em Curitiba. As cidades de pernoites serão Cascavel, Guarapuava e Irati.

Até o momento, são 104 veículos inscritos, divididos nas categorias Máster, Graduado, Turismo, Light e Adventure. São pessoas vindas de dez estados, sendo: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiânia, Bahia e Piauí.

“Além de quantitativo, este grid está altamente qualificado. Os principais nomes do rali nacional confirmaram presença no nosso certame e isso é garantia de grandes disputas pelo pódio de todas as categorias. Os maiores campeões do rali de regularidade nacional estarão conosco e isso é motivo de orgulho para nós”, declarou o diretor geral do Transparaná, Vinicius Gunha, o Gallo.

A secretaria de prova será no Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, localizado no famoso ponto turístico das Cataratas do Iguaçu. No dia 16 de fevereiro, a partir das 14h, o Transparaná começará a receber os participantes para confirmação de presença, retirada dos kits e vistorias técnicas. A largada está programada para o dia 17, às 9h.

O roteiro

Primeiro dia de prova – Foz do Iguaçu a Cascavel (240 quilômetros)

 

De acordo com o diretor de prova, Vander Hirt, o Fritão, o roteiro do primeiro dia margeará o Parque Nacional do Iguaçu. Logo no começo, haverá uma pista onde pilotos e navegadores deverão estar bem concentrados para encarar muitos balaios. “Afirmo que o resultado do primeiro dia será definido neste trecho”, alertou Fritão.

Cumprido este desafio inicial, pilotos e navegadores seguirão por estradas mais abertas (e em linha) dentro de fazendas de eucaliptos. “A chegada em Cascavel promete ser emocionante. Teremos uma fazenda com trilhas de mata nativa e uma outra pista, que permitirá alta velocidade e, claro, mais balaios. Será um verdadeiro espetáculo, com os carros escorregando e levantando poeira (ou espalhando lama)”, concluiu.

 

Segundo dia de prova – Cascavel a Guarapuava (310 quilômetros)

 

O segundo dia de Transparaná segue rumo a cidade de Guarapuava, passando por Laranjeiras do Sul, Goioxim e Palmeirinha. A prova será em linha, passando por fazendas de reflorestamento de pinus. Haverá os tradicionais balaios e as médias de velocidade serão justas (ora alta).

 

Terceiro dia – Guarapuava a Irati (220 quilômetros)

 

O dia começa em uma pista de motocross localizada ao lado do Rio Jordão (e assim, a caravana do Transparaná se despedirá de Guarapuava). Com pouco trecho deslocamento, os off-roaders passarão por uma fazenda de pinus com terreno bom e bem diversificado, com direito a lama. “Essa será a prova mais veloz do Transparaná 2021, com muitas mudanças de direção. Também teremos vários balaios”. Fazem parte do roteiro as localidades de Guará e Imbituva.

Para encerrar o dia e colocar aquela “pimenta” na disputa e deixar a briga pelo título de 2021 ainda mais acirrada, haverá uma outra pista dentro do CTG de Irati, com muitos balaios (um em cima do outro), onde a intenção será separar os “homens dos meninos”.

 

Quarto dia – Irati a Curitiba (205 quilômetros)

 

A mesma pista do CTG em Irati abrirá o último dia do Transparaná; que depois seguirá rumo a Porto Amazonas e São Luiz do Purunã. O destaque ficará por conta da Fazenda Santa Joana que oferece uma vasta opção de trilhas extremamente técnicas. Mas antes de chegar lá, um novo setor com diversos balaios continuará exigindo a atenção e habilidade das duplas. Será “faca nos dentes” do início ao fim do rali.

O pórtico de chegada do Transparaná será montado no Palácio do Governo.

 

O 27º Transparaná é patrocinado por Governo do Estado do Paraná, Sanepar, Copel Energia, Prati Donaduzzi, Dispauto Auto Peças, GS Performance, Mamute Off-Road, Acassius Centro Gráfico, Trilha Euro Car, Troller, Ekron Off-Road.

Tem apoio de Estrada Distribuidora de Combustível, Guarapuava 4×4, Velho Madalosso, Bemajjy Bolsas, RL Cópias, Insam, Fábrica das Cópias, Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, Prefeitura Municipal de Cascavel, Prefeitura Municipal de Guarapuava e Prefeitura Municipal de Irati.

Rubens Gatti (presidente) e Bento Tino (vice-presidente) buscam mais agilidade no atendimento aos pilotos paranaenses (Foto: Mario Ferreira)

Rubens Gatti (presidente) e Bento Tino (vice-presidente) buscam mais agilidade no atendimento aos pilotos paranaenses (Foto: Mario Ferreira)

CURITIBA (PR) – A pandemia do coronavírus continua afetando o automobilismo e não há uma estimativa exata de quando as competições poderão começar nesta temporada. Visando proporcionar conforto e evitar atropelos quando as provas foram confirmadas, a Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) atende os pilotos em cinco cidades do Estado. Neste início de temporada, a maior parte dos atendimentos está relacionado com a documentação e com a renovação ou confecções de Carteiras de Pilotos.

Rubens Gatti, presidente da FPrA, destaca a importância dos pilotos cuidarem da documentação o mais cedo possível porque assim que os protocolos sanitários das secretarias de Saúde do Estado e dos municípios permitirem, os campeonatos das mais diferentes categorias terão início. Para isso está com seis pontos de atendimento em cinco cidades do estado. Em Curitiba, os pilotos podem procurar a sede da federação, que serão atendidos por Salete e Zé Mário. Informações podem ser obtidas pelo Fone (41)  3345-4351; em Londrina e região Norte, com Ana (43) 3255-5313); em Cascavel, com Juliana Damian (45) 3223-6363; e Cleucir Lunardi (45) 9 9968-7176; em Foz do Iguaçu, com Bento Tino (45) 9 8409-4591; e em Pato Branco, com Ademar Assis Silvestre, o Chico, pelo Fone (46) 9 9105-4505.

Os irmãos Juliano e Rafael Sartori são bicampeões do Rali da Graciosa (Foto: Edson Castro)

Os irmãos Juliano e Rafael Sartori são bicampeões do Rali da Graciosa (Foto: Edson Castro)

O Rali da Graciosa é mais que uma simples corrida de rali de velocidade, representa uma parte importante da história do esporte no Brasil. Disputado desde 1981, é o mais antigo rali ainda na ativa no País.

Das estradas de terra, de especiais épicas como a Dom Pedro, de trechos inesquecíveis como a “curva do pinheirinho”, ao asfalto, a prova foi se moldando ao longo do tempo. Já passou por cidades como Araucária, Curitiba, Campina Grande, Morretes, Antonina, Piraquara e Quatro Barras, sempre no entorno da capital paranaense.

Em 2020, volta a Quatro Barras, percorrerá novamente a famosa especial Dom Pedro (agora toda em asfalto), em uma prova que promete ser decisiva para as pretensões de quem ainda sonha com título do Brasileiro de Rali de Velocidade. Será a quarta corrida do ano a partir desta sexta-feira (27) e até o domingo (29).

“Estamos na fase final do campeonato e preparados para a etapa do Graciosa. Estamos cientes que deveremos fazer um rali consistente, sem erros, para pontuar bem. Vai ser uma etapa 100% em asfalto, corremos lá o ano passado, é um lindo rali. Vamos fazer de tudo para trazer um bom resultado para a nossa equipe”, diz o navegador Rafael Sartori, que junto com o piloto e irmão Juliano, já venceram a prova em duas oportunidades.

“É uma prova muito difícil, diferente do que estamos acostumados a andar, mas que já andamos e conhecemos. Trata-se de uma corrida muito rápida e nossa expectativa é poder brigar pela maior quantidade de pontos possível e nos manter na disputa pelo título desta temporada”, acrescenta Ulysses Bertholdo, também vendedor de duas corridas no Graciosa.

Para Evandro Carbonera, o Graciosa é um dos ralis mais importantes do calendário nacional. “Por sua história, pela peculiaridade de ser a única corrida 100% em asfalto, um tipo de rali diferente, que precisa de diversos ajustes mecânicos como suspensão, pneus e nossa equipe tem trabalhado no pré-prova para que tudo fique pronto e possamos fazer uma boa corrida no final de semana”, enfatiza Evandro.

O gaúcho Cláudio Rossi (correrá em dupla com Eduardo Tonial) disputa o Rali da Graciosa desde os anos 90 (Foto: Edson Castro)

O gaúcho Cláudio Rossi (correrá em dupla com Eduardo Tonial) disputa o Rali da Graciosa desde os anos 90 (Foto: Edson Castro)

O gaúcho Cláudio Rossi destaca ainda as muitas mudanças que precisaram ser feitas nos carros para a corrida 100% em asfalto. “Ajustes de suspensão, novos freios, pneus, rodas, uma série de configurações que mudam em relação a provas em estradas de terra”, amplia Rossi.

A história do Graciosa

Subir ou não a famosa Serra da Graciosa, nunca impediu de a corrida levar a região da mata Atlântica no nome. Pelas estradas da região de Curitiba já competiram pilotos e navegadores de inúmeros países, incluindo Europa.

Passaram pela corrida ao longo da história, grandes campeões do Campeonato Brasileiro e Sul-Americano de Rali de Velocidade. Dos que já venceram por lá, apenas três estarão na pista no sábado e domingo: Maurício Neves/Leandro Ferrarini (dupla do Paraná), Ulysses Bertholdo, piloto gaúcho, além dos irmãos Juliano e Rafael Sartori.

O jornalista e fotógrafo Edson Castro, que acompanha o Graciosa desde 2000, destaca que o Graciosa é o tipo de prova que todo competidor quer vencer. “No Brasil se formaram ralis históricos, com mística, ambiente diferente, como é o caso do Graciosa. Tive a oportunidade de acompanhar as disputas na terra, provas a noite, largadas promocionais no centro de Curitiba, o Graciosa em suas várias formações, sempre é um show a parte, uma parte importante da história deste esporte para o Brasil e que agora se torna a única com todos os trechos especiais em asfalto”, completa o jornalista.

O Rali da Graciosa é a única prova de rali no Brasil disputada 100% no asfalto (Foto: Edson Castro)

O Rali da Graciosa é a única prova de rali no Brasil disputada 100% no asfalto (Foto: Edson Castro)

VENCEDORES DO RALLY DA GRACIOSA

2019 – Marco Malucelli/Vinicius Anziliero – Mitsubishi Lancer / Brasil

2018 – Mauricio Neves/Leandro Ferrarini – Peugeot 207 / Brasil

2017 – Michel Mueller/Luis Felipe Eckel – Peugeot 207 / Brasil

2016 – Mauricio Neves/Leandro Ferrarini – Peugeot 207 XRC / Brasil

2015 – Mauricio Neves/Leandro Ferrarini – Peugeot 207 XRC / Brasil

2014 – Rafael Tulio/Gilvan Jablonski – Peugeot 207 / Brasil

2010 – Kris Meeke/Paul Nagle – Peugeot S2000 / Inglaterra

2009 – Kris Meeke/Paul Nagle – Peugeot S2000 / Inglaterra

2008 – Édio Fuchter/Gilvan Jablonski – Mitsubishi Lancer / Brasil

2007 – Édio Fuchter/Lelo Perdigão – Mitsubishi Lancer / Brasil

2006 – Juliano Sartori/Rafael Sartori – Subaru Impreza / Brasil

2005 – Ulysses Bertholdo/Gilberto Barricatti – Mitsubishi Lancer / Brasil

2004 – Ulysses Bertholdo/Armando Miranda – Mitsubishi Lancer / Brasil

2003 – Juliano Sartori/Rafael Sartori – Mitsubishi Lancer / Brasil

2002 – Tino Viana/Edu Paula – Subaru Impreza / Brasil

2001 – Federico Villagra/Javier Villagra – Mitsubishi Lancer / Argentina

2000 – Marcos Ligatto/Ruben Garcia – Subaru Impreza / Argentina

1999 – Christian Rosiak/Hugo Thomaz – Mitsubishi Lancer / Argentina

1998 – Francisco Gorostiaga/Victor Aguilera – Lancia Delta / Paraguai

1997 – Gabriel Mendez/Carlos Villete – Toyota Celica / Uruguai

1996 – Gabriel Raies/José Volta – Toyota Celica / Argentina

1995 – Maria Dario Galanti/Ivan Dumont – Toyota Celica / Paraguai

1994 – Maria Dario Galanti/Ivan Dumont – Toyota Celica / Paraguai

1993 – Gabriel Mendez/Felipe Mercader – Gol GTI / Uruguai

1992 – Gustavo Pisano/Felipe Mercader – VW Gol GTI / Uruguai

1991 – Paulo Lemos/Ricardo Costa – VW Gol GTI / Brasil

1990 – Reinaldo Varela/Sérgio Lima – VW Gol GTI / Brasil

1989 – Édio Fuchter/Ricardo Costa – VW Gol GTI / Brasil

1988 – Édio Fuchter/Ricardo Costa – VW Gol GTI / Brasil

1987 – Paulo Lemos/Arthur Carvalho – VW Gol GI / Brasil

1985 – Claudio Antunes/Olavo Barbour – VW Passat / Brasil

1984 – Cesar Vilela/José Baranovisk – GM Monza / Brasil

1983 – Paulo Lemos/Arthur Carvalho – VW Voyage / Brasil

1982 – Sady Bordin/Dario Araujo – VW Voyage / Brasil

1981 – Jorge Fleck/Sylvio Klein – VW Gol /Brasil

 

 

Programação do Rali da Graciosa

Sexta-feira, dia 27

14h – Abertura da Secretaria de Prova

15h – Início do reconhecimento das especiais

 

Sábado, dia 28

13h13 – Largada da Especial Rio do Meio 1

13h51 – Largada da Especial Campininha 1

14h34 – Largada da Especial Rio do Meio 2

16h32 – Largada da Especial Rio do Meio 3

17h10 – Largada da Especial Campininha 2

 

Domingo, dia 29

8h13 – Largada da Especial Dom Pedro 1

9h06 – Largada da Especial Dom Pedro 2

11h09 – Largada da Especial Dom Pedro 3

13h – Premiação

Rubens Gatti conversa com autoridades de saúde dos municípios e do Governo buscando reabrir autódromos e kartódromos no Paraná (Foto: Vanderley Soares)

Rubens Gatti conversa com autoridades de saúde dos municípios e do Governo buscando reabrir autódromos e kartódromos no Paraná (Foto: Vanderley Soares)

CURITIBA (PR) – No momento em que diversos segmentos da economia começam o processo de reabertura em função da pandemia do coronavírus, a Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA) mantém dialogo com autoridades de saúde e esportivas para a liberação dos autódromos e kartódromos do Paraná. Em um primeiro momento, as praças esportivas seriam liberadas para treinos e em seguida para competições, sem a presença do público.

Rubens Gatti, presidente da FPrA, informa que está conversando com autoridades dos municípios e do governo do Paraná. Gatti destaca que a FPrA e a CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) baixaram portarias normatizando como será a pratica do automobilismo que impossibilite a disseminação do coronavírus. Mas a volta das atividades só será possível com a autorização das autoridades de saúde dos municípios e do Estado. “Estamos levando informações a todos os municípios e a Secretaria de Saúde do Paraná. Tudo precisa ser feito com segurança, mas temos que buscar um retorno para que possibilite as classes trabalhadoras da cadeia do automobilismo voltarem a ter renda”, frisa Gatti.

Rubens Gatti também informa que em Cascavel, o Autódromo Zilmar Beux e o kartódromo Delci Damian já estão liberados para treinos há alguns dias. O Kartódromo Raceland Internacional, em Pinhais, região Metropolitana de Curitiba, também está aberto para treinos. Estas três praças seguem as determinações das autoridades de saúde e das portarias da FPrA e da CBA.  Até agora tudo tem funcionado bem. “Estamos trabalhando para também liberar os autódromos de Curitiba e Londrina e os kartódromos de todo o Estado. “O Kartódromo Luigi Borghesi, em Londrina, tem uma situação peculiar porque irá sediar a Copa Brasil, que foi adiada de outubro deste ano para fevereiro de 2021. Muitos pilotos e equipes buscam realizar treinos preparatórios, que podem ser feitos com medidas de distanciamento, como já estão sendo feitas em Cascavel e no Raceland”, completa Rubens Gatti.

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